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:: Zinco

Importante mineral que atua regulando a comunicação entre células cerebrais
Uma reportagem publicada em 21 de setembro de 2011 no jornal Neuron revela um importante papel do zinco na regulação da comunicação entre os neurônios, ou células cerebrais. A descoberta é a primeira instância para provar que um elemento, oposto de compostos químicos, é usado pelo sistema nervoso como um neurotransmissor.
Em uma pesquisa conduzida há mais de 50 anos, altos níveis de zinco foram encontrados em compartimentos de células nervosas, chamadas vesículas, que “embalam” os neurotransmissores – a química que facilita a transmissão de impulsos entre neurônios. Neurônios do hipocampo cerebral (centro do aprendizado e memória) são os que contêm os maiores níveis de zinco. Descobriu-se que o zinco é essencial para controlar a eficiência da comunicação entre duas populações importantes de células nervosas hipocampais.
Suplementos de zinco são freqüentemente usados para tratar depressão e outras desordens cerebrais. Ainda devemos ter em mente que o zinco é co-fator de aproximadamente 300 reações químicas que compõem o metabolismo humano (imunidade, reprodução, pele, cabelos, unhas, glândula tireóide, etc). Como este mineral é largamente depletado com a atividade física intensa, é muito importante observá-lo e fazer sua suplementação quando necessário.
Seus níveis são medidos indiretamente por um exame de sangue chamado “fosfatase alcalina”. Um médico especialista em bioquímica humana sempre poderá ajudá-lo neste importante equilíbrio. Nem mais, nem menos, apenas o suficiente. Dessa maneira, fica clara a importância de se atentar para a concentração de certos minerais em nosso organismo.
Ainda fica a dica: nunca utilize o zinco isoladamente, pois isto pode provocar a depleção, ou perda, de outro mineral, o cobre, abrindo assim, o caminho para as infecções fúngicas. Consulte sempre um profissional capacitado para lhe orientar sobre a necessidade da suplementação de minerais.
Fontes alimentares importantes de zinco são as carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.
Bom treino!
Uma reportagem publicada em 21 de setembro de 2011 no jornal Neuron revela um importante papel do zinco na regulação da comunicação entre os neurônios, ou células cerebrais. A descoberta é a primeira instância para provar que um elemento, oposto de compostos químicos, é usado pelo sistema nervoso como um neurotransmissor.
Em uma pesquisa conduzida há mais de 50 anos, altos níveis de zinco foram encontrados em compartimentos de células nervosas, chamadas vesículas, que “embalam” os neurotransmissores – a química que facilita a transmissão de impulsos entre neurônios. Neurônios do hipocampo cerebral (centro do aprendizado e memória) são os que contêm os maiores níveis de zinco. Descobriu-se que o zinco é essencial para controlar a eficiência da comunicação entre duas populações importantes de células nervosas hipocampais.
Suplementos de zinco são freqüentemente usados para tratar depressão e outras desordens cerebrais. Ainda devemos ter em mente que o zinco é co-fator de aproximadamente 300 reações químicas que compõem o metabolismo humano (imunidade, reprodução, pele, cabelos, unhas, glândula tireóide, etc). Como este mineral é largamente depletado com a atividade física intensa, é muito importante observá-lo e fazer sua suplementação quando necessário.
Seus níveis são medidos indiretamente por um exame de sangue chamado “fosfatase alcalina”. Um médico especialista em bioquímica humana sempre poderá ajudá-lo neste importante equilíbrio. Nem mais, nem menos, apenas o suficiente. Dessa maneira, fica clara a importância de se atentar para a concentração de certos minerais em nosso organismo.
Ainda fica a dica: nunca utilize o zinco isoladamente, pois isto pode provocar a depleção, ou perda, de outro mineral, o cobre, abrindo assim, o caminho para as infecções fúngicas. Consulte sempre um profissional capacitado para lhe orientar sobre a necessidade da suplementação de minerais.
Fontes alimentares importantes de zinco são as carnes, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.
Bom treino!

Dra Janaina Barboza
Medicina Estética e Prática Ortomolecular
drajbarboza@gmail.com
Tels: (21) 2493-5199 / (21) 2495-5697
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A automedicação é perigosa. Consulte sempre seu médico ou nutricionista.
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